Akye

Akye

Aparência

  • Pele: Clara.
  • Olhos: Castanho-claro quase amarelo.
  • Cabelo: Liso / Rosa claro / Longo, mas grande parte do tempo fica preso.
  • Acessórios: 
    • Máscara de oni branca com chifres rosas, juntamente à uma marca encrustada na testa;
    • Quimono vinho negro;
    • Pulseiras pretas;
    • Obi originalmente branco, mas possui manchas de sangue devido ao trabalho exercido;
    • Meias longas pretas com detalhes vermelhos costurados;
    • Tamanco simples estilo com similaridades à sandália Geta;
    • Duas Katanas de bainha e cabo preto;
    • Choker com duas fitas
  • Traços Únicos:
    • Cicatrizes por todo o corpo;
    • Tatuagens no rosto e no dorso das mãos;
    • Utiliza a máscara grande parte do tempo que é vista.

História

    Num mundo dominado pela raiva, violência e morte, muitos inocentes buscavam uma forma de salvação e alento, uma delas era a religião. Haviam diversas pseudo-religiões que eram reinadas pela ganância, luxúria e ira, mas ao mesmo tempo existiam seres de boa índole que exerciam o papel de bom samaritano ajudando os necessitados. 

    Por gerações, uma família cuidou de um templo cuja posse era passada de pai para filho. Os costumes dos frequentadores eram rigorosos, tinham dezenas de regras e preceitos impostos sem quaisquer tipos de perdão e pena como, por exemplo, a atividade de mercenarismo que era detestável e considerada uma monstruosidade, da qual se originou devido à diversos fatores que derivam-se da guerra que ocorre em terras não tão distantes.

Tradições quebradas

    Akye era uma das herdeiras deste templo, que seria encarregada de continuar com as tradições que sua família fora designada após a aposentadoria do pai. Todavia, Akye era o extremo oposto do que se esperaria de uma herdeira de um templo religioso que seria um cidadão modelo para muitos. Briguenta, impulsiva, rebelde e problemática era alguns de seus adjetivos característicos que chegavam a trazer dores de cabeça para seus pais.

    Conforme foi crescendo, Akye se tornava cada vez mais impulsiva e rebelde. Cada dia que passava ficava mais e mais difícil controlá-la não só para seus pais mas como para ela mesma. Akye odiava aquele lugar, tantas regras, controles, proibições... - Ela se sentia como um cachorro preso à uma coleira.

    Contudo, sua vida e, principalmente, seu futuro mudou quando atingiu a maioridade. Frequentemente fugia dos territórios do templo durante a noite e, pelo desejo de ganhar um dinheiro, começou a trabalhar secretamente numa área que a crença de sua família mais repudiava: Mercenarismo.

    A fim de manter seu anonimato e sua eficiência Akye utilizava uma máscara para ocultar seu rosto e um quimono negro que a camuflava nas sombras da noite. Durante o dia colocava em prática sua maior atuação no papel de uma menina obediente e amável que seu pai tanto desejava, e após o crepúsculo do dia fugia de casa para, pelas próprias palavras:

- "Viver a vida"

    Em um de seus trabalhos, encontrou Esther, também uma mercenária, logo em seguida ambas descobriram terem sido contratadas por diferentes clientes porém com objetivos em comum: eliminar um alvo específico.

Habilidades

    As primeiras habilidades que Akye desenvolveu foi a destreza e fingimento devido às fugas que executava todas as noites para trabalhar como mercenária. Conseguindo manter esta polêmica de seus pais e outros fiéis, a discrição é quase como um dom natural que Akye possui, juntamente à sua eficiência no trabalho e força surpreendente para uma garota de 18 anos, seu nome ficara cada vez mais conhecido no mercado mercenário. 
    A origem de suas habilidades com espadas, sobretudo seu estilo de empunhadura dupla, permanecem um mistério. 




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