Trix

Trix


Aparência

  • Pele: Clara;
  • Olhos: Castanhos alaranjados;
  • Cabelo: Liso / Longo (até os joelhos) / Branco;
  • Acessórios: 
    • Tranças em cada lado da cabeça;
    • Anéis dourados que prendem as pontas das tranças;
    • Fitas pretas envolvendo os tornozelos;
    • Trapos que assemelham-se à um vestido longo.
  • Traços únicos:
    • Faixas cobrindo o busto, braços, ante-braços, quadris, coxas, joelho direito;
    • Forte dentição e mandíbula;
    • Esquizofrênica;
    • Autismo de baixo nível.


História

    Residindo em um mundo onde a guerra ocorreu por vários anos e o senso de humanidade estagnasse por meio de pessoas exageradamente rudes e agressivas umas com as outras, Trix, desde seu nascimento, sempre foi uma criança especial. Portadora de diversas doenças e transtornos mentais, seus pais sempre deram todo o amor e carinho que podiam oferecer à ela devido à sua condição de saúde que diferenciava-a das outras crianças ao seu redor. 
    Por viver em uma época onde doenças e transtornos mentais não eram vistos como reais problemas biológicos e neurológicos, Trix, que sofria de esquizofrenia, autismo leve, etc; tinha dificuldades de convivência com outras pessoas.
    No tempo em que frequentava a creche, Trix sempre era taxada de estranha e maluca não só por seus colegas mas também por professores, porém ela nunca se importou com este tipo de tratamento.

A fatídica noite

    Aos seus 4 - 5 anos, quando ela e seus pais dormiam em casa numa noite, Trix escuta um barulho vindo da direção de onde fica a cozinha de sua casa, sendo uma criança curiosa foi verificar o que era este barulho pra poder satisfazer sua alta curiosidade. Ao chegar no local, ela avista uma figura extremamente estranha encolhida em um canto sussurrando palavras sem sentido. Era uma figura de um homem cuja aparência gerava estranheza e aparentava estar se escondendo de algo ou alguém e buscava refúgio em sua fuga.
Ao se levantar do canto que estava, o homem puxou uma arma e gritou:

- Eu nunca mais volto para aquele lugar! Eu nunca mais volto para aquele lugar!

    Ao ouvir os gritos, os pais de Trix imediatamente desceram para a cozinha em desespero para ver o que estava acontecendo. Quase que de imediato, eles identificaram o homem como o perigoso sujeito que fugiu do hospício que havia sido noticiado no rádio mais cedo.
O homem, ainda armado, continuava a gritar, porém agora ele dizia:

- Vocês são maus! Me odeiam! Querem me levar para aquele inferno de novo! Mas eu não vou deixar!

 

    Logo após terminar de falar, o gatilho da arma foi disparado não em direção de Trix, mas do pai. Devido ao som do disparo da arma, o som das sirenes das viaturas policiais eram audíveis, o que fez com que o homem, em um estado de desespero maior que o de antes, atirou na mãe de Trix que estava de joelhos no chão aos prantos pelo marido que fora assassinado em frente à seus olhos. Logo após o tiro na mulher, o homem pulou pela janela com o objetivo de fugir da polícia, mas foi rapidamente pego e condenado à prisão.
Ao olhar os corpos de seus pais já mortos, Trix, com uma expressão de confusão e um tom inocente, perguntou:

- Papai, mamãe, por que vocês estão dormindo no chão?

 

    Após a polícia chegar à casa de Trix, ela foi levada à um orfanato.


    No período que viveu no orfanato, o tratamento que ela tinha não era muito diferente do que ela tinha na creche. Ela continuava a brincar sozinha e as vezes passava por surtos de esquizofrenia, o que fazia com que as outras crianças tivessem um pouco de medo de se aproximar delas. Porém, este período não durou muito. Após 1 - 2 anos, um casal a adotou.
    No início, sua convivência com a sua "nova família" era maravilhoso, contudo, com o passar dos anos, o convívio, outrora ótimo e tudo que uma criança poderia ter, foi piorando gradativamente.
    Seu padrasto começou a se aproveitar de Trix, chegando ao ponto de abusá-la quando ela estava com seus 7 anos de idade. Se sentindo mal e genuinamente incomodada com a relação dela com o padrasto, Trix foi contar à madrasta sobre o assunto, porém a madrasta não acreditou nela e começou a acusá-la de mentirosa e esbravejar que "ela não estaria vivendo bem se não fosse por eles" e "Você deveria estar agradecida por ser escolhida mesmo sendo louca". Após algum tempo com essa convivência, Trix foi levada ao hospício.
    Surpreendentemente ou não, havia alguém que ela reconheceu no hospício, era o homem que havia invadido a casa dela há anos atrás.
    Ao reconhecer Trix, o homem entrou em pânico e ficou paranóico, dizendo coisas como:

- Ela voltou pra se vingar de mim, ela me odeia, ela me quer morto, ela quer me matar, preciso matá-la antes que ela me mate.

 

    Na mesma noite, o quarto de Trix foi invadido pelo homem que esperava-a cair no sono. Ao dormir, o homem subiu em cima dela e começou a apertar o pescoço de Trix, buscando asfixiá-la até a morte.
    Contudo, como uma reação de defesa, com um impulso, Trix chutou-o por baixo e logo em seguida mordeu a mão do homem arrancando um de seus dedos. Com o homem ainda computando o que ele havia sofrido, Trix continua seu ataque arrancando, sem escrúpulos algum, outras partes do corpo do homem que sua dentição e força física poderiam arrancar como as mãos, nariz, outros dedos, etc. Até chegar o momento onde o homem, com a sua familiar feição de desespero e pânico para sobreviver, fica com sua pele mais pálida do que antes e seus olhos, que antes jorravam o mais puro medo e horror, agora borravam-se e expressava mais nada além de calma, tristeza e, de certo modo, paz.
    Embora tivesse acabado de sofrer uma tentativa de homicídio, Trix não transparecia nenhum tipo de ódio ou desgosto pelo homem. Ao invés disso, deitou-o na cama e voltou a dormir ao lado do cadáver do seu recém-morto assassino, não só dela mas como de seus pais.
    Mesmo após este evento, Trix continuou a viver neste hospício por alguns anos, até que, ao completar seus 18 anos de idade, foi enviada à guerra juntamente a outros pacientes que o hospício havia mandado à guerra.

Habilidades

    Sendo uma das pacientes escolhidas para ir à guerra e pelos eventos que ocorreram no hospício quando era criança, Trix tem uma força sobrehumana principalmente nas suas mandíbulas. Por ter conseguido sobreviver à guerra embora seja uma garota jovem, suas habilidades de combate são notáveis.
Trix_dancing
Trix dançando alegremente sobre os cadáveres da guerra
após experiencar a sensação de liberdade


Comentários