Viki
Aparência
- Pele: Pálida
- Olhos: Castanho Claro / Laranja
- Cabelo: Lilás bem claro / Liso / Longo até os quadris / Fluorescente
- Acessórios:
- Faixas nas pernas e nos braços;
- Vestido rodado branco com rendas pretas
- Traços Únicos:
- Diamantes negros que nascem na pele;
- Cabelo fluorescente;
História
Magivit, o mundo onde a magia deixa de ser
uma fantasia e gera vidas de criaturas místicas e fantásticas, desde fadas e
ninfas até seres desconhecidos pelos seres humanos. A tecnologia que temos hoje
não pertence ao conhecimento dos povos de Magivit, suas produções alimentícias
e comerciais são feitas de forma manual; profissões como artesão metalúrgico,
alquimistas e bibliotecários estão em alta; sonhos de crianças pelo mundo se
baseiam em partir em aventuras e desbravar o desconhecido.
Lapidação de uma Jóia
Num mundo onde a magia concretiza feitos
sobrenaturais e o inimaginável se torna possível, Viki ganhou o bem da vida.
Por ser literalmente uma pedra preciosa não é o mais correto dizer que ela
nasceu, porém ela foi agraciada com o privilégio da vida, e acabou aceitando
ser referida tanto como "Jóia Viva" quanto como "Golem de
Terra".
Desde que veio à vida, Viki sempre viveu de
forma isolada em cavernas sem grandes interesses no que havia do lado de fora
daquele mundinho de pedras em que ela vivia e conhecia, mas ela tinha noção de
outras espécies de seres vivos devido à eventuais aparições de pessoas e
animais nas galerias subterrâneas seja buscando pedras preciosas ou artefatos
antigos. Nas vezes que era vista por exploradores mais gananciosos ou "curiosos"
Viki era perseguida e sofria atentados de captura ou morte por conta de seus
diamantes negros que eram incrustados no seu corpo.
Devido à tais perseguições e ameaças
surgindo em seu caminho, Viki começou a matar quem a ameaçasse. Utilizando seus
poderes de manipulação da terra Viki podia atirar rochas que pesavam mais de
300 quilos em seus alvos à fim de esmaga-los e movimentar as paredes da caverna
para assim poder prensá-los. Eventualmente começou a criar mini golens feitos
de pedra para que pudesse ter mais segurança embora fossem menores e não
tivessem poderes mágicos próprios, e também, da mesma maneira, remodelava a
caverna para que assim criasse caminhos novos visando a desorientação de seus
alvos culminando em suas carceragens nas cavernas, onde sua carcereira era a
presa que eles almejavam alcançar.
Com todas as mortes que ocorriam, Viki
sempre ficava com os pertences das pessoas que ali terminavam suas aventuras
chegando à ter uma grande coleção de itens pertencentes à ex-aventureiros. Com
o passar do tempo foi ajuntando faixas e alças de mochilas que pegava para
poder encobrir os diamantes em sua pele que chamavam as pessoas tomadas pela
ganância; Casacos e camisas se tornaram ótimos para ocultar o brilho
fluorescente que seus cabelos haviam desenvolvido e diversas ferramentas e
livros deram-na conhecimento sobre os costumes humanos e o manuseio de
tecnologias que para Viki eram inimagináveis, como por exemplo a transfiguração
do metal em uma lâmina, da qual foi modificada sem o uso de poderes mágicos.
O outro mundo de Platão
Enquanto lia aqueles blocos de papéis
envoltos em couro, Viki descobriu que ela não era a única de seu tipo. Relatos
e anotações nestes livros e cadernos mencionavam diversas criaturas que nunca
tinha visto antes: golens de pedras preciosas semelhantes a ela, criaturas ínfimas
com asas elegantes e semitransparentes com poderes elementares mágicos e
humanas que habitavam lagos, oceanos e bosques chamadas ninfas. E, da mesma forma,
descobriu que muitas dessas criaturas que achara magníficas sofriam do mesmo
terror que ela mesma passava: ser capturada ou morta. Golens eram mortos pela
ganância e fadas eram capturadas para uso humano.
Quanto mais lia sobre, mais Viki ficava
apreensiva e insegura sobre o mundo. O medo e preocupação aumentavam a cada dia
e, embora não tivesse sido ensinada o dialeto humano, perguntas surgiam em sua
mente:
- “ E se me encontrarem enquanto eu estiver dormindo ou distraída? E se algum dia eu não conseguir me defender? Ou meus poderes se esvaírem?... ”
Mas, ainda assim, outros pensamentos
diferentes também surgiam:
- “ Como será que são os outros golens? E as fadas? Será que eles são simpáticos... gentis?... Será que eles estão conseguindo se defender e sobreviver que nem eu tenho feito há tantos anos? ”
Para Viki, estas perguntas eram todas
apenas perguntas retóricas que não tinham nenhuma resposta à vista, afinal de
contas, o mundo dela ainda era o que havia no interior da caverna e os
invasores que apareciam no local. Porém, mesmo sem respostas, Viki ainda se
perguntava sobre o que tinha do outro lado.





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